sexta-feira, 22 de maio de 2009

CANTARES

II

Aprendo encantamento
Com tuas poucas palavras.
Noites? São muitas
Mas tu estendes a vigília no vazio das horas mortas
Até configurar-se no amor que me dás
E que não vejo.
Armadilha de pequenos sóis
Envoltos em papéis de seda.
Deus está no perigo,
Na hipótese da seta lançada.
Jamais sairia ilesa
Deste teu escuro.

10 comentários:

Moacy Cirne disse...

O canto dos cantares:
cantigas
que nos encantam.
Por seus pequenos sóis.
E por suas palavras
plenas de palavrâncias.

Um beijo.

Lívio Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Flávio Corrêa de Mello disse...

Olá Jeanne Araujo,

Que poema rico.
Gostei muito da forma que você tratou o tema deo estar cego perante o amor com tão poucas palavras. Essa noite que narcisicamente não vê o sol. A insistência na escuridão.

Abraços

Jeanne Araujo disse...

Obrigada,Lívio e Flávio. Sejam bem vindos a este espaço. Tbm vou visitar vcs. Um grande bjo.

Maria Maria disse...

LINDÍSSIMO!!!!!!!!!
MULHER, POR ONDE ANDAS?
BEIJOS

Moacy Cirne disse...

Oi,
há uma surpresa pra você
no Balaio.

Um beijo, Menina...

Mulher na Janela disse...

não saí ilesa da iluminura de seus versos, tão lindos!

um beijo!

BAR DO BARDO disse...

So g(o)od!...

Warcraft 3 Brasil disse...

Ficou lindo jeanne! estou encantado ate agora com seus versos.

Warcraft 3 Brasil disse...

Aqui e bruno filho de maria josé de ceara-mirim sua grande amiga da facul.